
As organizações radicais como o Hezbollah ou o Hammas não têm qualquer pudor em realizar actos terroristas cujo objectivo é provocar o inimigo de estimação, sabendo que ele reagirá com violência e assim por em risco a segurança daqueles que dizem defender. Estas organizações desejam que Israel reaja, mate destrua, pois esse é o seu alimento, a razão de existirem. Sem a ameaça não têm razão para continuar e o seu papel para o mundo islâmico deixa de fazer sentido. Há que continuar a alimentar a besta para que ela tenha força para nos ameaçar e assim dar-nos razão para continuar a defender-nos. Eis uma lógica belicista que alimentará os conflitos no Médio oriente pelo menos por mais 50 anos.
Os seus aliados europeus, do outro lado do Atlântico não se esperam surpresas, calam, cúmplices de uma escalada de violência, como se aquilo que está a acontecer fosse legítimo e natural. Em Sampetersburgo jantam-se iguarias tradicionais russas regadas a vodka e não se fala no assunto. O G8 tem outras preocupações lá para os lados da península da Coreia!
Matar inocentes, invadir um estado independente, sequestrar a sua liberdade, é aceitável para os líderes da União Europeia. O que não era aceitável era Sadam Hussein ter armas de destruição maciça como se viu.
E tudo isto é vergonhoso, tudo isto é infame, tudo isto é política internacional...
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