
Suspeita-se, seriamente, que estas empresas se refugiaram em desculpas esfarrapadas para não associar o seu nome a um programa de conotação homossexual. Temeram a associação de ideias!? Cada empresa tem obrigação de difinir estratégia de ataque ao mercado.Os seus mercados alvo devem estar bem definidos.Os nichos de mercado onde actuam trabalhados. As armas para os cativar bem calibradas. Surpreende no entanto ver empresas, cujos produtos são potencialmente interessantes para a comunidade GLBT, recusem investir neste nicho de mercado, receando conotações e reacções negativas dos seus clientes que possam vir a prejudicar a actividade das suas empresas. Esta atitude revela, parece-nos, mais uma vez uma postura tacanha e saloia de portugueses que têm condições socio-culturais para darem exemplo de aceitação de minorias, sejam elas de que tipo forem.
Na minha opinião, estas empresas cometem um erro, que lhes pode vir a ser fatal. A comunidade GBLT é maior do que parece e por consequência não deve ser desprezada por quem quer vencer no mercado global. Por outro lado julgo começar a ser verdade que as mentalidades estão a mudar e a maior parte dos portugueses consumidores não tem medo que a homossexualidade seja contagiosa.
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