


Os contemporâneos do grande filósofo Sócrates (469/399) conviviam com a homossexualidade como as sociedades modernas convivem com o divórcio. Sócrates encarava o amor homossexual como a mais alta forma de inspiração para os cidadãos atenienses bem-pensantes e via o relacionamento heterossexual como uma necessidade para a reprodução humana. Nesta época, o alistamento militar de casais homossexuais, era encorajada como forma de fortalecer o exército.
A moral judaico-cristã viria, mais tarde mudar todo este conceito, mas, em tempo algum, essa moral, extinguiu a inevitabilidade de uma percentagem, maior do que sempre se pensou ,de homens e mulheres se apixonarem por pessoas do mesmo sexo.
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