
António Pires de Lima é sem dúvida o mais sexy dirigente do CDS-PP. Era ele que há tempos atrás clamava que o seu partido tinha de ser um partido sexy. No congresso do mais conservador partido político português com representação parlamentar, que hoje terminou em Torres Novas o mesmo dirigente veio pedir o «respeito» do partido por «comportamentos diferentes». Dizia ele «se o CDS quer ser um partido querido, atractivo, sedutor não lhe chega tolerar comportamentos diferentes daqueles que vivemos. É preciso ir mais longe, respeito é mais que tolerância.»
Bem sempre é um passo em frente. Haja alguém no partido que não mande fragatas para enfrentar barcos que apenas pretendem divulgar práticas diferentes e mudar mentalidades (lembram-se do barco do aborto?). Mais do que se abrir a novas tendências sociais, a ala liberal do partido faz uma tentativa de piscar o olho a um eleitorado mais jovem, mais moderno, mais aberto e penetrar no eleitorado do PSD. É a lei da sobrevivência a ditar as regras. Fechar-se na sua concha de conservadorismo saloio, alheio ao mundo que os rodeia não evitará que o CDS volte a ser o partido do táxi apesar do seu «messias» estar de volta, mas duvido que venha a fazer milagres.
Bem sempre é um passo em frente. Haja alguém no partido que não mande fragatas para enfrentar barcos que apenas pretendem divulgar práticas diferentes e mudar mentalidades (lembram-se do barco do aborto?). Mais do que se abrir a novas tendências sociais, a ala liberal do partido faz uma tentativa de piscar o olho a um eleitorado mais jovem, mais moderno, mais aberto e penetrar no eleitorado do PSD. É a lei da sobrevivência a ditar as regras. Fechar-se na sua concha de conservadorismo saloio, alheio ao mundo que os rodeia não evitará que o CDS volte a ser o partido do táxi apesar do seu «messias» estar de volta, mas duvido que venha a fazer milagres.
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