
Márcio Faraco um dos mais singulares compositores e intérpretes da nova música popular brasileira, estará em Lisboa a 24 deste mês para lançar o seu 4º álbum “INVENTO”.
Apadrinhado por Chico Buarque, Márcio é herdeiro de uma linha prestigiante de músicos e cantores que remonta a João Gilberto, Luís Bonfá, Tom Jobim, Baden Powell e mais tarde ao próprio Chico Buarque, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Elis Regina.
A sua obra reflecte o requinte da sensibilidade do músico, não só pela sua excepcional criatividade, como também, e acima de tudo, pela extrema elegância e bom gosto nas composições, nas letras e na voz.
Neste concerto Márcio conta com a participação de Phillipe Baden Powell filho de Baden Powell.
CD editados: “Ciranda” Universal Jazz 2000; “Interior” Universal Music Jazz 2002; “Com tradição” Universal 2005.
CONCERTOS EM PORTUGAL
23 e 24 de Maio de 2007 - SANTIAGO ALQUIMISTA - Lisboa
1 de Julho de 2007 - JARDIM DO PALÁCIO DE CRISTAL - Porto

CIRANDA
Se tento correr o tempo pára
Se páro pra ver o mundo anda
Ele vem bater na minha cara
A vida é sempre essa ciranda
Se a noite me traz uma tristeza
O dia vem cheio de alegria
O que falo agora com certeza
Há pouco não sei se eu diria
Eu quero gritar ninguém me escuta
Está tudo preso na garganta
Às vezes me cansa tanta luta
E é pra não chorar que a gente canta
A gente canta
A gente canta
Eu vi uma luz no fim do túnel
Enchi de esperança o coração
A luz que lá estava foi chegando
Era um trem carregado de ilusão
Andando só na corda bamba
Não temo o futuro da nação
A gente que sempre dançou samba
Enfrenta qualquer divisão
A gente canta
A gente canta
(Márcio Faraco)
Se páro pra ver o mundo anda
Ele vem bater na minha cara
A vida é sempre essa ciranda
Se a noite me traz uma tristeza
O dia vem cheio de alegria
O que falo agora com certeza
Há pouco não sei se eu diria
Eu quero gritar ninguém me escuta
Está tudo preso na garganta
Às vezes me cansa tanta luta
E é pra não chorar que a gente canta
A gente canta
A gente canta
Eu vi uma luz no fim do túnel
Enchi de esperança o coração
A luz que lá estava foi chegando
Era um trem carregado de ilusão
Andando só na corda bamba
Não temo o futuro da nação
A gente que sempre dançou samba
Enfrenta qualquer divisão
A gente canta
A gente canta
(Márcio Faraco)
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