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A mais cintilante estrela em ascensão do futebol português passou por dias muito difíceis depois da morte de seu pai. Em 6 de setembro de 2005 Cristiano Ronaldo fica orfão e apartir dessa data vê-se envolvido em controvérsias de todo o género. É chamado a interrogatórios, sob suspeita de participação no estupro de duas raparigas francesas; no campeonato inglês vê um cartão vermelho directo; nos treinos envolve-se numa escaramuça com o colega de equipa Ruud Van Nistelroy; na liga dos campeões estica o dedo aos adeptos do Benfica quando é substituido. Uma série de actos irreflectidos que a continuarem teriam marcado o início do seu declínio como futubolista e como ídolo de futebol. A violação foi uma acusação falsa, mas a morte do pai influenciou tudo o resto. Tudo se torna mais difícil quando não se está bem psicologicamente e os actos irreflectidos são uma forma de dizer «deixem-me em paz».
A família veio em seu auxílio o que fez toda a diferença para um jovem que aos 11 anos veio para Lisboa para se doutorar nas artes do futebol, deixando família e amigos, desenraizando-se e pior ainda adolescente foi para Manchester, ganhar rios de dinheiro, sem saber falar inglês e sem conhecer a cultura do país que o adoptava.


A mais cintilante estrela em ascensão do futebol português passou por dias muito difíceis depois da morte de seu pai. Em 6 de setembro de 2005 Cristiano Ronaldo fica orfão e apartir dessa data vê-se envolvido em controvérsias de todo o género. É chamado a interrogatórios, sob suspeita de participação no estupro de duas raparigas francesas; no campeonato inglês vê um cartão vermelho directo; nos treinos envolve-se numa escaramuça com o colega de equipa Ruud Van Nistelroy; na liga dos campeões estica o dedo aos adeptos do Benfica quando é substituido. Uma série de actos irreflectidos que a continuarem teriam marcado o início do seu declínio como futubolista e como ídolo de futebol. A violação foi uma acusação falsa, mas a morte do pai influenciou tudo o resto. Tudo se torna mais difícil quando não se está bem psicologicamente e os actos irreflectidos são uma forma de dizer «deixem-me em paz».
A família veio em seu auxílio o que fez toda a diferença para um jovem que aos 11 anos veio para Lisboa para se doutorar nas artes do futebol, deixando família e amigos, desenraizando-se e pior ainda adolescente foi para Manchester, ganhar rios de dinheiro, sem saber falar inglês e sem conhecer a cultura do país que o adoptava.
Cristiano amadureceu, fez-se homem. Dá a cara a algumas das mais importantes marcas globais, continua a fazer magia com uma bola nos pés e não desiludiu os seus inúmeros fãs que o adoram.
Os colegas pegaram em recortes de revistas e penduraram no seu cacifo do balniário e obrigaram-no a conviver com a sua popularidade junto da comunidade gay que o considera um dos homens mais sexy do mundo. Diz ele: « Ficar entre os primeiros, sendo escolhido pelos gays, acho que não é muito bom para mim. É um bocado estranho. Sefosse pelas mulheres, ficava mais contente.» Ronaldo acredita que não teria dificuldades em conviver com a presença de gays no balniério. « Agora que penso nisso, tem que haver gostos para tudo. Não sei bem como iria reagir. Mas, se me respeitassem, eu também respeitaria», diz, « Pelo menos, não ia ficar a pensar que estariam a olhar para o meu corpo no balniário...»
O nosso «enfant terrible do futebol» vai fazer, certamente, as delícias dos amantes do futebol no próximo mundial de futebol da Alemanha e muitos gays vão acompanhar os jogos da selecção portuguesa, senão mesmo torcer por ela para poderem ter o gozo de o ver desfilar sobre o verde dos relvados.
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